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Estou tentando entender melhor esse termo. Achei melhor desenhar:
Não gosto muito da teoria de que o importante é o conteúdo. O importante é o conjunto da obra. Sei valorizar uma boa diagramação e um layout bem trabalhado. Mas por falta de tempo e recursos técnicos, essa montagem é o que tem pra hoje.
A Talk foi atrás e descobriu qual é a preferência brazuca no mundo virtual. Quantos somos, nossos hábitos e o que nos diferencia ou aproxima dos internautas do resto do mundo. Coisas previsíveis e grandes surpresas foram encontradas nos relatórios aos quais tivemos acesso. Confira:
De acordo com o recente “2012 Brazil Digital Future in Focus” apresentado pelacomScore, a população brasileira na internet cresceu 16% em 2011. No final daquele ano a IAB Brasil, reportou que a audiência brasileira soma mais de 85 milhões de pessoas.
O brasileiro gasta mais de 25 horas online por mês, o que o torna o segundo mais engajado da América Latina, atrás apenas – adivinhem – da Argentina. Entre os 10 maiores mercados globais online, o Brasil foi ranqueado como o 5º país mais engajado (dados de dezembro de 2011).
O relatório citou que muitas pequenas e médias empresas estão mantendo relacionamento com seus consumidores por canais online como blogs e redes sociais, assim como acontece na China e na Inglaterra.
Alguns dados dizem respeito as coisas que o brasileiro seria capaz de deixar de fazer para não ficar um ano sem internet.
Você se enquadra em alguma dessas opções?
O que os brasileiros fazem online:
Publicado Originalmente no site da Talk e no Portal Acontecendo Aqui.
Até poucos anos atrás podíamos dizer que se a comunicação fosse um jogo, seria o boliche, onde miramos (traçamos objetivos), jogamos a bola (começamos a campanha) e, depois apresentamos como resultado todos os pinos que nosso talento e mira nos permitiram derrubar.
Mas na comunicação dos dias atuais a bola volta. Como assim, a bola volta? Podemos dizer que a comunicação empresarial está muito mais parecida com pinball ou ping pong: depois que o jogo começa não estamos mais no controle, a bola bate e é rebatida para todos os lados. Estamos jogando ao lado dos que antes eram nosso “target”.
Como sei que essas analogias facilitam aquela sensação de “hãaaamm” dentro da nossa mente, vamos para outra comparação: Antes bolávamos as estratégias como se elas fizessem parte de um cubo e cada face representava uma tática (eventos, mídia de massa, assessoria de imprensa, etc) era bem mais difícil fazer com que essas ações congruíssem. Coisa que é muito mais fácil no mundo 2.0. Devemos pensar na comunicação empresarial como uma esfera, onde a divulgação de uma marca ou produto nunca começa ou termina num único canal. Um evento pode ser divulgado no twitter, depois transmitido em tempo real pelo site; um blog corporativo pode acabar influenciando na percepção dos clientes sobre a empresa. Até o profissional de RP ganhou uma versão 2.0.
Precisamos ver as ferramentas digitais como um ponto de apoio para a comunicação como um todo, ou mesmo, como um ponto principal, dependendo do perfil da empresa ou do público. Isso não nos isenta de priorizar as boas ideias, pelo contrário, precisamos buscar as oportunidades e ainda mais inteligência competitiva, pois nossa missão nessa partida é nunca deixar a bola cair.
Bem, podemos definir um infográfico como uma representação visual de informações, dados ou conhecimento. Um modelo de apresentação de conteúdo que está cada dia mais popular na internet. Simples assim.
Pinturas Rupestres
Mas a história da infografia antecede a web por meros 32 mil anos. As pinturas rupestres de 30 AC representando animais e outros recursos, podem facilmente ser chamadas de infográficos, já que são representações visuais de dados.
Hierógrifos Egípcios
O mesmo pode ser dito para os hieróglifos egípcios. Por volta de 3000 AC, os antigos egípcios usavam esses infográficos para contar histórias de vida, trabalho e religião.
Atlas
A história um pouco mais moderna dos infográficos pode começar com William Playfair. Em 1786, ele publicou o Atlas Comercial e Político, que exibiu muitos gráficos e histogramas que representaram a economia na Inglaterra.
1º Mapa do metrô de Londres
Em 1933, Harry Beck trouxe os infográficos para a vida cotidiana, criando o primeiro mapa do metrô de Londres mostrando as rotas de transporte público e estações.
Considerado o primeiro infográfico brasileiro. A imagem mostra o crescimento do tráfego marinho em 1909
Olimpíadas de Munique
Também para simplificar a vida das pessoas, em 1972, Otl Aicher criou um conjunto de pictogramas para as Olimpíadas de Munique, que contou com figuras humanas estilizadas. Esses infográficos tornaram-se incrivelmente populares e influenciaram a concepção de muitos símbolos convencionados no mundo todo, como a figura da placa de atravessar a rua em um sinal.
Infográficos em comunicação e negócios
Na história recente, a explosão de ferramentas de fácil utilização como o Excel e PowerPoint, expandiram a infografia e popularizaram a técnica. Hoje, é uma técnica de inteligência em negócio. Gráficos em movimento, visualizações interativas de dados também já são cada dia mais populares. Cabe agora esperar e tentar descobrir se em algum momento da história a infografia irá mudar no futuro da comunicação.
Origianalmente publicado no Blog da Talk: Estratégias Digitais